domingo, dezembro 30, 2007
sábado, dezembro 29, 2007
"A logoterapia de Viktor Frankl"
Termina assim o artigo de Anselmo Boges no DN de hoje, que pode ler aqui.
sexta-feira, dezembro 28, 2007
Presépio da igreja de Feirão
quinta-feira, dezembro 27, 2007
"Link " aos escuteiros de Resende
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Ambiente de Natal em Resende
E o que me impressionou foi, além da hospitalidade e da amizade das pessoas (esse é um capital que vem de sempre), a ordem, a organização, o urbanismo, o planeamento. Nesta época de Natal, parece que estamos num lar: a iluminação tem uma beleza discreta, acolhedora. Depois, há uma música de fundo que percorre todo o espaço, envolvendo os habitantes e visitantes numa ambiência de paz.
Sou suspeito. Sou de Resende. Amo a minha terra. Mas ninguém ignora o óbvio: o concelho está no bom caminho. Desde há 30 anos. A contemporaneidade tem feito bem a este recanto. O desenvolvimento tem sido sereno, sem ondas nem dramas.
Apenas um senão: o não poder ir lá mais vezes. Mas há uma recompensa: Resende acompanha-me sempre.
terça-feira, dezembro 25, 2007
Dia de Natal
Como é de tradição, a Banda de Música "A Velha" brindou com músicas natalícias os seus conterrâneos à saída da missa de hoje da igreja de S. Cipriano. No próximo dia 1 de Janeiro, é vez d'"A Nova".
segunda-feira, dezembro 24, 2007
A Luz do mundo
Pré-Natal
domingo, dezembro 23, 2007
Torneio de voleibol em Anreade
sábado, dezembro 22, 2007
Apresentação do "Douro-Memória das Caldas de Aregos"


"Natal e católicos não praticantes"
quinta-feira, dezembro 20, 2007
"Douro-Memórias das Caldas de Aregos"

Como livro de recolha e divulgação de postais antigos e de textos de jornais da época sobre Caldas de Aregos é uma preciosidade e uma grande prenda de Natal para os Resendenses e para todos os que gostam da nossa terra.
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Neve na serra de Montemuro
Ceia de Natal em Paus
segunda-feira, dezembro 17, 2007
"Douro-Memória das Caldas de Aregos"

Será um acontecimento marcante na vida cultural de Resende no ano de 2007.
domingo, dezembro 16, 2007
Proximidade de Natal
sábado, dezembro 15, 2007
"Igualdade de oportunidades para todos"
Este é um excerto do artigo de Anselmo Borges, publicado hoje no DN, que pode ler aqui.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Talhada*
Por estas bandas, a solidão mora ao lado. As notícias e as mágoas podem ser partilhadas diariamente na antiga escola do 1.º ciclo, agora sede de uma associação local. Enquanto se toma um café ou se bebe um copo, convive-se e põe-se a conversa
Introdução/Nota pessoal
Embora só viesse a conhecer esta aldeia por volta dos 17/18 anos, era-me já familiar por várias referências, que contribuíram para povoar a imaginação da minha infância. Pensava então que ficava nos confins do mundo, por ouvir dizer ao Sr. P. Tobias Cerveira, pároco de Paus e natural da Gralheira, que o mais difícil era chegar à Talhada, pois “daqui até à sua terra era um pulinho”. Como saía, a cavalo, às segundas-feiras e só voltava às quintas-feiras, imaginava como era longa a viagem…Pensava também que estava cercada de lobos, pois ouvia contar aos negociantes de gado e aos viajantes que era necessário ir bem armado para enfrentar esses animais perigosos, que apareciam “lá para os lados da Talhada”. E, por fim, achava que devia ser a melhor terra do mundo, onde não havia nada para fazer, pois as raparigas (chamadas moças da ceifa) vinham “cá para baixo” apanhar castanhas, onde passavam cerca de um mês a trabalhar a troco de uma saca de castanhas (às vezes, um pouco mais).
O contacto com um jovem, de nome Artur Pinto, natural da Talhada, que viera aos 12 anos por morte dos pais, como criado de servir para a casa da Eira Velha, possibilitou-me refazer a imagem desta aldeia serrana, sobretudo quando referia as difíceis condições de vida das suas gentes. Mas aguçava-me a curiosidade quando descrevia a beleza da serra, narrava as brincadeiras da neve ou referia o contraste entre as casas cobertas de colmo e de telha.
Há cinquenta anos, esta aldeia tinha cerca de quarenta fogos e cerca de cento e oitenta pessoas. Todas as famílias eram possuidoras de um “naco” de terra, de um rebanho de ovelhas e algumas vacas. A pastorícia era a actividade dominante e a principal origem do ganha pão. Havia a tradição e a liberdade de qualquer um poder apascentar os rebanhos em todos os terrenos destinados exclusivamente a tal fim, independentemente de se ser ou não o proprietário. Os mais pobres criavam gado a meias, sobretudo vacas, cujos donos (comerciantes) prosperavam sem qualquer trabalho, revertendo para eles metade das crias, do leite e da lã.
Os terrenos junto à povoação encontravam-se todos cultivados com centeio, trigo, milho, batata e produtos hortícolas. Devido à grande quantidade de cereais, duas malhadeiras passavam aqui quinze dias. Chegou a haver sete moinhos. Hoje, há dois a funcionar. Além do pão e da sopa, sobrava a carne da salgadeira, pois quase todas as famílias matavam um porco. Mas, como as bocas eram muitas, aproveitava-se a apanha das castanhas e as vindimas no Douro para guarnecer as despensas e tentar equilibrar os orçamentos. Vinho só pelo Natal e por ocasiões muito especiais, pois nunca houve por aqui tabernas nem o dinheiro abundava.
A partir dos anos sessenta, dá-se a debandada para Lisboa em busca de melhores condições de vida. Até esta data, a pouca emigração tinha como destino o Brasil. A Europa nunca exerceu qualquer fascínio por estes sítios. Mesmo actualmente, só há um jovem emigrado na Suíça. As consequências desta hemorragia de pessoal estão à vista. A escola do primeiro ciclo, que chegou a ser frequentada por cerca de vinte e cinco crianças, está há vários anos encerrada. A população residente está reduzida a 13 fogos/famílias, havendo no total 42 pessoas. Jovens até aos trinta anos são apenas sete, dedicando-se dois deles à agricultura e à pastorícia. Os outros trabalham nas redondezas na construção civil e na restauração. Crianças só há duas: uma tem um ano e seis meses e a outra frequenta o 2.º ano do 1.º ciclo na Granja/Ovadas.
A fisionomia da aldeia também se alterou. Ao contrário do passado, hoje só há 15 casas com cobertura de colmo.
Associação sócio-cultural e desportiva da Talhada
Foi fundada em Março de 1990 com a designação de Comissão de Melhoramentos da Talhada, tendo sido alterada para a actual denominação em Março de 2000. Está muito ligada à capela de Nossa Senhora da Visitação, estipulando mesmo os seus estatutos que, em caso de dissolução, os seus bens reverterão em benefício da mesma. É a associação que assume a responsabilidade pelo programa não religioso da festa da sua padroeira e protectora dos viajantes.
Até há cerca de cinco anos, organizava um torneio de futebol, em Julho e Agosto, integrando uma equipa da Talhada e mais sete de aldeias vizinhas. Hoje em dia, promove alguns jogos no Verão quando a população aumenta com a chegada dos naturais que aqui se deslocam em gozo de férias.
Actualmente, faz da promoção do convívio entre todos os residentes, particularmente dos mais idosos, a sua actividade principal. Diariamente, todos se podem encontrar ao serão na antiga escola primária e, aos fins de semana, durante todo o dia. Fazendo as honras da casa e acolhendo as pessoas, encontra-se uma simpática jovem, que acabou este ano o 12.º ano. Foi num destes serões que fiquei a saber pela D. Isabel de Jesus Almeida que a Talhada foi outrora uma terra de grande cultivo de linho e de muitos teares, cujo produto servia para a confecção de camisas, combinações e lençóis. Esta senhora combativa, após um interregno, quer reintroduzir o seu cultivo. Quem quiser saber em que consiste o tascar do linho assim como a animação que outrora lhe estava associada e outras curiosidades está convidado a subir a serra para conviver com as gentes desta associação.
Quem é o actual presidente da associação local?
É Rafael Pinto. Nasceu em Lisboa, tendo vindo para a Talhada com um ano e tendo aqui vivido até aos dezasseis. Retornou a Lisboa com esta idade, lá permanecendo dez anos, findo os quais voltou para a sede do nosso concelho, onde reside e onde abriu a pastelaria “O Sonho”. Mas tem a Talhada no coração, onde vai duas a três vezes por semana.
Quais os dados mais relevantes da associação?
Tem cerca de duzentos sócios, muitos deles a residir em Lisboa, dos quais cento e cinquenta têm as quotas
Na Talhada, o gado era apascentado por “vigias”?
Ao contrário da Gralheira e Panchorra, em que os lavradores juntavam todos os animais da aldeia num grande rebanho comunitário, sendo guardado rotativamente por um “vigia”, na Talhada, esse costume nunca vingou. Tal como no passado, as poucas ovelhas e vacas são guardadas pelos respectivos proprietários.
Há uma grande ligação à terra por parte dos que residem e trabalham fora?
Sim. Esta ligação é visível na festa de Nossa Senhora da Visitação e nas férias de Verão, em que a população triplica. Devido às características da aldeia e à interdependência na vida do dia a dia entre os seus habitantes no passado, forjou-se um sentido comunitário e criaram-se grandes elos de pertença. Ao contrário do que se verifica noutros locais, aqui ninguém se “desfaz” das suas casas. Isso seria cortar com as suas memórias.
Contacto:
Associação sócio-cultural e despotiva da Talhada
Talhada
4660 Resende
Telef. 93 487 44 95
*Artigo publicado no Jornal de Resende (edição de Julho de 2007)
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Artigo de BB em torno de Anselmo Borges
terça-feira, dezembro 11, 2007
"Padeiro provoca acidente com 3,56 g/l de álcool"
O homem, padeiro de profissão e que estaria a fazer a distribuição do pão pela vila, despistou-se pelas 6 horas, junto do Mercado Municipal. Depois de embater numa viatura que se encontrava estacionada na via pública, derrubou uma grade de ferro e galgou um muro com cerca de quatro metros de altura, embatendo em diversos automóveis estacionados no recinto do Mercado Municipal.
Os agentes do posto da Guarda Nacional Republicana, que entretanto se deslocaram para o local, ficaram muito surpreendidos quando perceberam que o condutor conseguiu sair completamente ileso do acidente e ainda mais quando o teste de alcoolémia ao qual o homem foi sujeito revelou uma taxa de 3,56 gramas de álcool por litro de sangue. O valor mais alto até agora registado pelos militares de Resende.
Segundo as autoridades, “o homem estava bem disposto e falava sem qualquer problema, quando devia estar em coma alcoólico”.
Presente a tribunal foi condenado a pagar os estragos avultados provocados em viaturas e património municipal e várias centenas de euros de multa. Além disso não conduzirá durante os próximos oito meses. ( "Diário de Viseu" de hoje, com chamada de 1.ª página)
domingo, dezembro 09, 2007
Grande entrevista de Anselmo Borges
É uma súmula de bem reflectir sobre o essencial, num registo de grande clareza, profundidade e convicção. A não perder.
sábado, dezembro 08, 2007
" A Igreja católica no labirinto do sexo"
Assim começa o artigo de Anselmo Borges no DN de hoje, que pode ler aqui.
sexta-feira, dezembro 07, 2007
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Parabéns ao Dr. Francisco Borges

quarta-feira, dezembro 05, 2007
Memórias
O conhecimento topográfico era pormenorizado. Havia na mente uma fotografia de cada caminho, de cada poço, de cada precipício, de cada parede.
Estas fotografias acompanham-nos. Felizmente.
Não havia lugar para a fantasia e a imaginação, que hoje habitam em demasia a mente dos mais novos, e de que não conhecemos todas as implicações.
terça-feira, dezembro 04, 2007
Grupo Desportivo de Resende venceu F. Aves
sábado, dezembro 01, 2007
"Deus contra Deus?"
sexta-feira, novembro 30, 2007
Noite de amanhã com animação sócio-cultural
quarta-feira, novembro 28, 2007
Novo livro de Anselmo Borges

Escreve todos os sábados no Diário de Notícias um artigo, muito apreciado, sobre temas religiosos.
A propósito, o insuspeito Baptista Bastos escreve numa das suas crónicas no Jornal de Negócios (link) o seguinte sobre este nosso conterrâneo e o livro recém-publicado:
O padre Anselmo Borges escreve, aos sábados, no “Diário de Notícias”. É um dos poucos que resgatam a abulia portuguesa, interpelando-nos, interrogando-nos para se perguntar a ele próprio. Leio-o, nos jornais e nos livros, sempre com agrado, sempre com ele aprendendo o significado das coisas. Como já o disse, nesta coluna, o padre Anselmo Borges, através da teologia, procura a humanidade de Cristo, associando-a (ou tentando associá-la) à Sua divindade. A editora Campo das Letras, com sede no Porto, tem publicado, periodicamente, em volume, as reflexões deste homem da Igreja, simultaneamente professor de filosofia e espírito superior porque aberto a todas as curiosidades e conhecimentos. É por isso, meu Dilecto, que insistentemente lhe aconselho a leitura de “Deus no Século XXI e o Futuro do Cristianismo”, daquela editora. Um livro coordenado por Anselmo Borges, com textos de Adriano Moreira, Alexandre Castro Caldas, Andrés Torres Queiruga, Frei Bento Domingues, Daniel Serrão, Edward Schillebeeckx, Enrique Dussel, Fernando Regateiro, João Maria André, Joaquim Fernandes, Johann Baptist Metz, José Maria Mardones, Juan Martín Velasco, Juan Maia Clavel, Manuel Pinto, Rui Coelho, Teresa Martinho Toldy. Um livro absolutamente fundamental: para ler, reler, meditar e consultar. No-lo diz que a discórdia é benfazeja. No-lo ensina que devemos dar a cara, o nome e a honra pelas nossas convicções, e escarmentar a covardia dos anónimos.
terça-feira, novembro 27, 2007
Cavacas de Resende
segunda-feira, novembro 26, 2007
sábado, novembro 24, 2007
"O diálogo ciência-religião"
Este é um excerto do artigo de Anselmo Borges no DN de hoje, que pode ler aqui.
Detido suspeito de ter fabricado bomba
|
sexta-feira, novembro 23, 2007
Magusto em Felgueiras
(Do "Frente a Tormes", linkado aqui ao lado)
quinta-feira, novembro 22, 2007
Sindicato refere falta de pessoal auxiliar no Agrupamento de Escolas de Resende
quarta-feira, novembro 21, 2007
Futsal de S. Martinho de Mouros em grande
terça-feira, novembro 20, 2007
Clube Náutico de Caldas de Aregos*
O Clube Náutico de Caldas de Aregos foi fundado em Julho de 1981 sob a designação de “Amadores de Pesca e Caça”, tendo como horizonte o desenvolvimento destas actividades específicas e tradicionais, embora os seus estatutos dessem abertura a outras modalidades desportivas e de lazer. Passados cerca de dez anos, entrou numa espécie de crise de identidade, por, entretanto, se terem criado no concelho outras colectividades com objectivos semelhantes, tendo atravessado um período de alguma apatia. A partir de
Com estas mudanças e a eleição de uma nova direcção em Janeiro de 1998, tendo como presidente Rogério Ferreira, que viria a ocupar este cargo durante três mandatos, dá-se um salto qualitativo na vida desta colectividade. As actividades são efectivamente estruturadas e orientadas para os desportos náuticos e a animação cultural, tendo-se registado uma grande correspondência e adesão por parte dos mais jovens. É esta a filosofia que perdura.
Vela
As actividades com embarcações de vela têm uma longa tradição na colectividade. Dando continuidade a uma iniciativa dos “Amadores de Pesca e Caça”, realizaram-se até 2003 dezassete regatas, denominadas “Regatas Varanda do Douro”, que tiveram anualmente a adesão de dezenas de clubes, tendo constituído uma oportunidade para dar a conhecer aos inúmeros participantes as condições da albufeira e as potencialidades do nosso concelho.
Filiado na Associação Regional de Vela do Norte, o Clube Náutico continua a privilegiar a prática desta modalidade desportiva, dispondo para isso de sete embarcações para iniciados e de duas para os mais experientes.
É um privilégio a nossa albufeira dispor deste desporto, pois a vela desenrola-se sobretudo no mar, onde há melhores condições naturais para a prática desta modalidade. Logo que terminem as obras em curso, O Clube Náutico espera retomar a organização das “Regatas Varanda do Douro”.
Remo
A realização da XIX edição da Taça de Portugal de Remo no Cais Fluvial de Caldas de Aregos, em 10 de Junho do ano passado, numa organização conjunta da Câmara Municipal, Federação Portuguesa de Remo e Clube Náutico local, além de ter constituído um sucesso desportivo e um grande evento concelhio, consolidou a continuação de parcerias para a reedição deste evento em Caldas de Aregos e deu um impulso para aqui criar uma secção desta modalidade.
Na véspera do evento, a Federação Portuguesa de Remo disponibilizou sete ergómetros (aparelhos simuladores do esforço muscular), tendo os interessados podido experimentar os mecanismos e exigências deste desporto no Largo da Feira. Também nesse dia, decorreu uma acção de formação para 20 jovens sob a orientação de técnicos do Clube Naval Infante D. Henrique (Valbom/Gondomar). Para continuação da formação e treino foram disponibilizadas por empréstimo duas embarcações de iniciação (“boti-botas”) e dois ergómetros. Para breve está prevista a formação de monitores locais que, por sua vez, irão garantir a aprendizagem aos interessados, ajudando a implantar a modalidade no nosso concelho.
O Clube Náutico de Caldas de Aregos, filiado na Federação Portuguesa de Canoagem, tem disponível uma dúzia de canoas, de várias dimensões, dependentes do número de utilizadores (de um até quatro).
Aos iniciados o clube oferece formação básica de canoagem e noções de segurança. As actividades desenrolam-se ao largo do cais, havendo sempre um monitor/jovem do programa OTL por perto. Aos mais experientes é oferecida a possibilidade da exploração do rio Douro no quadro da modalidade lazer/turismo. O grande objectivo é desenvolver hábitos saudáveis na população, retirando vantagens para o bem estar físico e psíquico enquanto desenvolvem o conhecimento da natureza e contactam com a beleza da zona ribeirinha.
No verão passado, o Clube Náutico disponibilizou actividades de canoagem a cerca de 300 pessoas, de entre sócios, utilizadores de equipamentos hoteleiros e outros veraneantes.
Começou por ser uma modalidade exclusivamente de praia, fomentada através de torneios, que se continuam a realizar em Agosto na praia fluvial de Caldas de Aregos, com a adesão de numerosas equipas e com grande afluência de público. A popularidade e desenvolvimento desta modalidade devem-se essencialmente ao dinamismo e entusiasmo de Fernando Almeida, professor de matemática na Escola Secundária com 3.º Ciclo de Resende, actual presidente da direcção do Clube Náutico e vice-presidente da Associação de Voleibol de Viseu.
A partir do 1.º torneio de voleibol de praia, realizado em 1997, deu-se o salto para a formação de uma equipa na modalidade de prática em pavilhão, que já disputou vários torneios regionais e campeonato da 3.ª divisão nacional. Actualmente, o plantel de voleibol sénior é constituído por dez elementos.
O Clube Náutico de Caldas de Aregos está empenhado em levar a prática de voleibol ao maior número possível de crianças e jovens do concelho. Por isso, tem sido o grande promotor do projecto Gira-Volei no meio escolar. Esta actividade desportiva, promovida e dinamizada pela Federação Portuguesa de Voleibol desde 1998, destina-se a praticantes dos 8 aos 15 anos. Tem a vantagem de se poder desenvolver com equipas de 2 elementos, possuindo regras simplificadas e outras condições que facilitam o primeiro contacto com a modalidade. Este projecto é implementado em escolas, ATL’s e outras unidades sócio-educativas através da constituição de centros que têm o apoio da Federação, materializado na oferta de material (rede, postes e bola) e de um kit (mochila, t-shirt e calções) para cada um dos aderentes. Contudo, a sua concretização só é possível através da acção de dinamizadores/clubes/associações que fazem um trabalho de sapa, em parceria com escolas e autarquias, dando formação e estabelecendo-se como interlocutores da Federação. Em Resende, Fernando Almeida é o grande dinamizador e responsável por esta iniciativa, funcionando o Clube Náutico também como um centro
Este projecto envolve actualmente, em todo o país, cerca de 1.500 centros, permitindo encontros-convívio, encontros concelhios e regionais e uma final nacional. O nosso concelho, com tradição e pergaminhos na modalidade, em que se consagraram vários campeões, tem actualmente 8 centros.
O Clube Náutico tem feito uma aposta forte em actividades culturais. Já realizou várias exposições (de postais antigos relacionados com Caldas de Aregos, pintura, fotografia e barcos rabelos/miniaturas). Dando continuidade ao interesse suscitado pelos postais antigos, cuja maior colecção pertence a Jorge Saraiva, dois elementos do Clube (Paulo Sequeira e Pedro Ferreira) têm em mãos o projecto de compilar em livro todos os postais que foram capazes de reunir sobre Caldas de Aregos desde o início do século passado até aos anos oitenta. Até agora, conseguiram a proeza de juntar cerca de 120 postais, que são uma verdadeira surpresa e uma história viva de Caldas de Aregos. A edição do livro (sob o título Douro: Memórias de Caldas de Aregos), cuja publicação está para breve, tem o apoio do Programa Leader + e da Cooperativa Dolmen.
Além de outras iniciativas, o Clube Náutico tem também no seu horizonte efectuar o levantamento, o estudo e a valorização de percursos pedestres no concelho. Mas, após a sua certificação pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, terão de ficar garantidas as respectivas marcações/sinalizações e limpezas, o que pressupõe um trabalho de parceria com a Câmara e Juntas de Freguesia, não se tendo ainda procedido aos contactos necessários para saber da sua exequibilidade. Por ocasião do seu 25.º aniversário, o Clube Náutico realizou com grande sucesso um percurso pedestre ao longo do rio Cabrum, que promete repetir brevemente. Grupos ligados a actividades de pedestrianismo, que se têm deslocado ao nosso concelho, têm ficado encantados com as excelentes condições existentes para a sua prática, lamentando a inexistência de percursos devidamente sinalizados e certificados.
Como se caracteriza o Clube Náutico em termos de sócios?
É uma associação com cerca de 200 sócios, essencialmente jovens, inscrita no RNAJ (Registo Nacional de Associativismo Jovem), podendo assim candidatar-se ao programa de apoio ao associativismo jovem no âmbito do Instituto Português da Juventude. Para que esta situação se mantenha é necessário que 75% dos sócios e dos corpos sociais tenham idades até 30 anos.
Cerca de 35% dos sócios não reside habitualmente no concelho, embora passem cá muitos fins de semana e as férias, sendo muitos deles estudantes.
Há um sócio sénior/fundador que, pela sua dedicação como dirigente e associado, merece um realce especial: o Eng. Adérito Moreira.
Quantas crianças/jovens estão envolvidos no Gira-Volei e Mini-Volei?
Cerca de 150, o que é revelador da forte implantação desta modalidade desportiva junto dos mais novos.
Como vem sendo hábito, actividades de canoagem. Os interessados encontrarão na praia fluvial jovens com formação (do programa OTL) que prestarão a informação e os apoios necessários.
Está também previsto, à semelhança de anos anteriores, um programa de férias “Aregos com Vida”, em Agosto, com a duração de 15 dias, que se destinará à aprendizagem do remo
Está prevista para 1 de Setembro próximo a realização de provas relativas à Taça de Portugal de Jetski/Motas de Água, que será mais um cartaz turístico para o concelho.
O Clube Náutico tem a sede, em instalações alugadas, no antigo café Ramboia, junto ao antigo celeiro (actual Pavilhão Multiusos). Contudo, no Arranjo Urbanístico do Cais Fluvial está prevista a construção para breve de uma sede para o Clube, que disporá de condições adequadas ao desenvolvimento das suas actividades.
E_mail: cncaregos@hotmail.com
Blogue: Caldas de Aregos (http://caldasdearegos.blogspot.com)
*Nota: Este apontamento foi escrito originariamente para o Jornal de Resende (editado em Junho de 2007)
domingo, novembro 18, 2007
Conferência de Anselmo Borges no CRC
Para mais informações, contactar:
CRC - CENTRO DE REFLEXÃO CRISTÃ
Rua Castilho, 61 – 2º Dto. – 1250-068 Lisboa
Tel. 21 386 19 52
Fax 21 386 20 88
E-mail: centroreflexaocrista@oninet.pt
www.centroreflexaocrista.blogspot.com/
sábado, novembro 17, 2007
"A Esperança e a Santa Esperança"
Este é um excerto do artigo de Anselmo Borges no DN de hoje, que pode ler aqui.
sexta-feira, novembro 16, 2007
Lamego nas bocas do mundo pelos piores motivos
Gosto muito de Lamego. Lá nasceu o meu pai e lá ainda tenho família. No liceu Latino Coelho fiz o antigo 5.º e 7.º anos. No Santuário da Senhora dos Remédios me casei. Preferia que falassem de Lamego por outros motivos, pois também é terra "nossa".
Gentes de Ribadouro
Pelo contrário, aqui em frente, "a família de Baião", a que pertencia o mordomo-mor Egas Gosendes, seus dois filhos João e Pedro Viegas, e Gomes Nunes de Barbosa, foi das poucas da região que se colocou ao lado de D. Teresa e do galego Fernão Peres de Trava, em desacerto com o rumo inicial da nossa história.
Bem o relembra Eça de Queirós n'"A Ilustre Casa de Ramires", que ando a reler com outros olhos, "...Mas Lopo era bastardo, dessa raça de Baião, inimiga dos Ramires por velhíssimas brigas de terras e precedências desde o conde D. Henrique - ainda assanhadas depois, durante as contendas de D. Tareja e de Afonso Henriques, quando na cúria dos barões, em Guimarães, Mendo de Baião, bandeado com o conde de Trava, e Ramires, "o Cortador", colaço do moço infante, se arrojaram às faces os guantes ferrados".
quarta-feira, novembro 14, 2007
"Quanto Douro conhecemos?"
Informações: R. das Cortes, 2 /5100-101 Lamego ou Espaço Museológico "Casa do Poço" , no Largo da Sé (frente à Catedral de Lamego. E-mail: GERAL@DIOCESE-LAMEGO.PT ou nunoresende@diocese-lamego.pt
terça-feira, novembro 13, 2007
Obras na Capela da Casa de S. José
Em tempo de crise, o apelo à generosidade tem de aumentar. Os donativos podem ser remetidos à Junta de Freguesia de S. João de Fontoura (telef. 254 871 157). Ou entregues directamente ao Secretário da Junta, Sr. Jorge Silvestre Duarte (telef. 91 482 96 79), conhecido comerciante estabelecido em Resende.
segunda-feira, novembro 12, 2007
Nasceu hoje um novo blogue em Resende
domingo, novembro 11, 2007
Magusto do rancho de Paus (1)
Magusto do rancho de Paus (2)
sábado, novembro 10, 2007
Festa de S. Martinho de Mouros
sexta-feira, novembro 09, 2007
Mais magustos
Incêndio
quarta-feira, novembro 07, 2007
Magustos
De chegada

Hoje, logo pela manhã ao sair de casa, fui surpreendido pelo remanso do "Bolinhas", consolando-se ao calor dos primeiros raios de sol. Depois, foi o percurso até Cantim de Cima para o

Esta pacata manhã foi pelo cano de esgoto abaixo ao deparar com este monte de entulho, junto às Porteiras (próximo do cruzamento das estradas da Quintã e de Paus). Quando é que a Câmara Municipal inicia uma ve

segunda-feira, novembro 05, 2007
Resende sem verbas no PIDDAC/2008
Numa conferência de imprensa conjunta, o presidente da Distrital do PSD, José Cesário, e o coordenador dos deputados do partido eleitos por Viseu, Almeida Henriques, lamentaram que, em três anos de governação socialista, o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) tenha baixado de 125 milhões de euros (em 2005) para 54 milhões de euros em 2008, ou seja, menos 56,5 por cento.
Segundo Almeida Henriques, há mesmo "seis concelhos com dotação zero", nomeadamente Moimenta da Beira, Oliveira de Frades, Penedono, Resende, Tarouca e Vouzela.
Veja aqui o desenvolvimento da notícia.domingo, novembro 04, 2007
"Novas Oportunidades" para obtenção dos 9.º e 12.º ano
O final das missas continua a funcionar como um espaço de serviço público em que se divulgam avisos, notícias e outros assuntos.
De S. Romão para o mundo
A cerimónia decorreu de forma magnífica, tendo sido bem enquadrada esteticamente pela realização da TVI. A igreja de S. Romão, pela sua largueza, também deu uma ajuda.
sábado, novembro 03, 2007
"O mistério da morte e o seu depois"
sexta-feira, novembro 02, 2007
Ainda o ranking dos estabelecimentos de ensino (Resende)
TVI transmite missa a partir de S. Romão
terça-feira, outubro 30, 2007
"Diálogo inter-religioso" em Castro Daire
O representante da comunidade judaica, Nuno Wahnon Martins, fez uma síntese da história da religião judaica, tendo realçado a origem comum das três religiões monoteístas, cuja paternidade cabe a Abraão. Referiu que há valores partilhados e comuns, sendo obrigação falar uns com os outros, e acentuou que o diálogo inter-religioso é um imperativo categórico, tendo frisado que o mesmo é entre homens de fé e não entre crenças. Lembrou que o desenvolvimento deste processo apresenta algumas dificuldades, entre as quais: 1. o anti-semitismo; 2. a islamofobia e 3. o proselitismo e a evangelização.
Anselmo Borges apresentou os grandes princípios fundadores do encontro e do diálogo entre as religiões: 1. antes de serem cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, agnósticos ou ateus, todos são primariamente seres humanos; 2. as três religiões abraâmicas têm o mesmo conceito de Deus como Pai e Criador, o que implica que todos os homens são iguais em dignidade e irmãos e 3. as religiões orientam-se e estão referidas ao sagrado e ao mistério, não conseguindo este mesmo mistério ser “dito” por qualquer religião. Referiu que, para uma melhor compreensão desta questão, Deus pode ser apresentado alegoricamente como uma montanha, onde as várias perspectivas ajudam a melhor ver e compreender a realidade. Concluiu afirmando que o diálogo entre as religiões deve radicar na tarefa e busca do Insondável e do Mistério, o que conduzirá necessariamente à conversão mútua.
Pelo seu interesse, aqui ficam algumas afirmações que foram sendo proferidas por Anselmo Borges:
-Ou nos entendemos enquanto é tempo ou nos afundamos todos;
-As religiões aparecem como cimento ideológico para muitas guerras que, antes de tudo, são estratégicas e económicas;
-O cristianismo é em bom rigor judeo-cristianismo;
-O diálogo ajudará a descortinar melhor o mistério de Deus;
-Há que distinguir Islão de islamismo, pois este último conceito já integra características que têm a ver com o fundamentalismo;
-A bíbli
-Quem julga possuir toda a verdade arroga-se no direito de a impor;
-Os padres, imãs e rabinos não podem ter polícias ao seu serviço.
Ver também aqui (link)