Que seja, até amanhã! Já em casa, lembramos a chuva, ouvimos o vento, agarramos o frio. Um pedaço de fogo é o nosso refúgio: trocamos palavras, ecoamos silêncios e escutamos olhares, à volta dele.
De volta à Terra, aprendemos que é cada um de nós que aquece o outro e que só nós podemos dizer até amanhã, sabendo que esse dia nunca vai desaparecer. (Crónica de Filipa Borges)