quinta-feira, fevereiro 16, 2012
Trinta personalidades (entre as quais se inclui Anselmo Borges) apelam à solidariedade com a Grécia
"A preocupação doméstica em sublinhar que 'não somos a Grécia' é, no mínimo, chocante no seio da União Europeia, onde mais se esperaria compreensão e solidariedade e, sobretudo, desajustada quando se sabe que a crise não é só grega mas europeia", continua o texto, que tem como título: "Somos solidários com o povo da Grécia". (link)
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
Relance pelas Casas do FCPorto e SLBenfica de Resende
1. A Casa do FCP leva a efeito, no próximo dia 20 de Fevereiro, a partir das 21h30, o tradicional baile de carnaval. Há música ao vivo com "Rui Assembleia".
2. A Casa do FCP irá organizar o XXII Torneio de Sueca, cujo regulamento se encontra exposto na sede, podendo inscrever-se 16 equipas no máximo. O sorteio ocorrerá no dia 29 de Fevereiro, iniciando-se o torneio no dia 2 de Março, a partir das 21h00.
3. Terá lugar no próximo dia 11 de Março, das 09h00 às 13h00, na sede da Casa do Benfica, a recolha de medula óssea para ajudar o Gustavo Martins.
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
domingo, fevereiro 12, 2012
Vitória do Resende por 1-0 frente ao Moimenta da Beira
Resende recebeu o super-poderoso Moimenta da Beira, em sua casa. Muito público com uma claque ruidosa a funcionar como o 12º jogador.
Na primeira parte, os “miúdos” de Resende trataram o Moimenta sem cerimónias, o qual nunca conseguiu sequer chegar à baliza do Resende com perigo. Excelente futebol jogado pelo Resende a criar umas 3 ou 4 flagrantes oportunidades de golo, golo esse que viria a surgir por intermédio do capitão Caê, uma bomba junto ao poste.
Na 2ª parte, o jogo foi mais equilibrado. O Resende controlou o jogo e o Moimenta criou algum perigo apenas em bolas paradas, que aproveitava para "despejar" para a confusão, à espera de um ressalto. Foi assim até ao minuto 97.30.
Com esta vitória, o Resende sobe ao 5º lugar e fica a 4 pontos do topo da tabela num campeonato disputado ao milímetro e com adversários poderosos como o Moimenta da Beira, que, por exemplo, ontem, apresentou 4 africanos no seu 11.
Continua assim a jovem equipa do Resende a surpreender pelos resultados e pelo futebol praticado. No próximo domingo desloca-se a Oliveira do Douro para um derby com a equipa local, esperando-se que muitos resendenses aqui marquem presença.
sábado, fevereiro 11, 2012
Deus e a pergunta final*
*Título da crónica de Anselmo Borges, publicada no DN de hoje, que pode ler aqui.
sexta-feira, fevereiro 10, 2012
D. António Couto no semináio de Resende
No próximo sábado, dia 11 de Fevereiro, o Seminário Menor de Resende celebra a sua padroeira, Nossa Senhora de Lourdes, no dia em que a Igreja assinala o seu dia no calendário litúrgico.
O Seminário Menor da Diocese, que conta com 17 alunos, abre as suas portas ao novo Bispo da Diocese, D. António Couto, ao clero, alunos no Seminário Maior, familiares dos Seminaristas e demais amigos e benfeitores da instituição, como os membros da Associação de Antigos Alunos dos Seminários da Diocese de Lamego.
Na parte da manhã, o Sr. D. António falará sobre "Aprender com Maria a viver com Jesus", naquele que será o seu primeiro encontro com os jovens que seguem o seu caminho vocacional no Seminário Menor da Diocese.
A Eucaristia terá lugar às 12h00, seguindo-se o almoço e uma tarde de convívio. Daqui (link)
Autarcas do Douro Sul em manifesto contra a extinção de tribunais*
Os 13 presidentes de câmara do círculo judicial de Lamego manifestaram o seu “profundo descontentamento” com a proposta de reforma do mapa judiciário, que extingue cinco tribunais na região do Douro Sul, incluindo quatro dos seis previstos para encerrarem no distrito de Viseu, e faz desaparecer o círculo judicial de Lamego.
Num documento discutido e aprovado numa reunião realizada na quinta-feira, dia 9 de Fevereiro, em Lamego, os autarcas sublinham, em conjunto com delegações locais da Ordem dos Advogados, a clara oposição à proposta da reforma do mapa judiciário.
“Não se pode aceitar a extinção dos tribunais de Armamar, Castro Daire, Mesão Frio, Resende e Tabuaço (e o fim do circulo judicial de Lamego) “, aponta o documento, que vai ser enviado ao Ministério da Justiça, onde é dada nota de estar em causa a “ofensa ao princípio constitucional” do acesso à justiça e aos tribunais.
Na proposta do Governo, das 10 comarcas do círculo judicial de Lamego, cinco são extintas, o que, para o presidente da AMVDS, António Borges, autarca socialista de Resende (distrito de Viseu), “compreende um claro afastamento da Justiça face aos cidadãos”. O autarca considerou, em tom de aviso, que se trata de “um assunto muito sério”.
“Ao criar estas dificuldades aos cidadãos no acesso à Justiça, está-se a contribuir para o aprofundamento das dificuldades numa região já profundamente deprimida no contexto nacional”, sinalizou ainda António Borges.
O autarca que preside à AMVDS alertou ainda que, “se a região ficar a ferro e fogo, não será responsabilidade dos presidentes de câmara, mas sim do Ministério da Justiça”.
Também o presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes (PSD), sublinhou, durante a reunião que apreciou e aprovou o documento, que em causa está uma proposta que atinge duramente municípios que já se encontram “notoriamente empobrecidos”. O responsável apontou a “ausência de sentido” quando o Governo optou por extinguir os governos civis, criando agora a ideia de círculo judicial distrital.
O fim do círculo judicial de Lamego, vai levar a que os tribunais que permanecem passem a integrar a comarca alargada do distrito de Viseu.
*Retirado do Jornal do Centro (link)
"Thyro", mais um vinho de Barrô
O Thyro nasce por afecto em terras de Barrô, mais precisamente na Quinta de Vilarinho, fruto do amor e tenacidade de Maria Teresa Vieira Cardoso e dos seus dois filhos Manuel e João,como pode continuar a ler aqui.
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
terça-feira, fevereiro 07, 2012
Jornal "Sê...", de Fevereiro de 2012
Pode ler aqui o jornal "Sê...", número de Fevereiro, o jornal dos escuteiros e da paróquia de Resende.
Resende com oficina de teatro no Centro Cultural de S. Cipriano*
Vai entrar em funcionamento, a partir do próximo dia 10 de fevereiro, no Centro Cultural de S. Cipriano, Resende, uma oficina de teatro designada Eç'agorA (OTE).
Esta iniciativa visa dinamizar este espaço cultural recentemente inaugurado, bem como promover qualitativamente a aprendizagem do ensino artístico do teatro.
Esta iniciativa visa dinamizar este espaço cultural recentemente inaugurado, bem como promover qualitativamente a aprendizagem do ensino artístico do teatro.
O Presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, diz que é a partir de S. Cipriano que temos de nos reencontrar com os espaços literários de Eça, que afinal estão na Quinta do Paço, na Casa da Torre ou em Feirão e introduzir todos esses motivos no nosso processo de desenvolvimento.
A OTE destina-se a todos os munícipes com idade a partir dos 6 anos, sendo que as aulas decorrerão todas as sextas-feiras, das 18h00 às 20h00, e a inscrição implica o pagamento de uma taxa no valor de 5,00 euros e de uma mensalidade do mesmo valor. Informações adicionais podem ser consultadas em www.cm-resende.pt.
Ao criar esta oficina de teatro, o Município de Resende pretende complementar a formação integral dos alunos e contribuir para o desenvolvimento cultural do concelho, tendo como objetivo último a criação de um grupo de teatro.
Recorde-se que o Centro Cultural de S. Cipriano foi inaugurado no dia 10 de Dezembro de 2012, numa das freguesias mais dinâmicas do concelho, com um elevado legado patrimonial, e forte potencial turístico, tradicionalmente ligada à música pelas suas bandas filarmónicas, e indissociavelmente relacionada com a obra do escritor Eça de Queirós, através da Casa da Torre da Lagariça (Ilustre Casa de Ramires).
*Remetido pelo Gabinete de Comunicação e Imagem da CMR
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Vitória justa em S. Pedro do Sul: Vilamaiorense 0-1 Resende
Logo na 1.ª parte, o GD Resende teve excelentes oportunidades, podendo ter fazer dois ou três golos. Nos primeiros 20 minutos da 2.ª parte, a equipa da casa conseguiu jogar mais vezes no meio campo resendense, tendo criado nesse período algum perigo. Passada esta pressão, o Resende retomou a iniciativa, tendo desperdiçado várias ocasiões para resolver a partida. Mas o golo acabaria por chegar.
Foi uma vitória justa, cuja arbitragem competente e corajosa merece ser realçada, já que não se deixou vergar perante a pressão do público da casa.
Com esta vitória, o Grupo Desportivo de Resende soma 26 pontos, posiocionando-se no 6.º lugar. Na próxima jornada, o Resende recebe o líder da prova, o Moimenta da Beira, que tem 33 pontos. Esta equipa está a apostar fortíssimo na subida à divisão maior do futebol distrital de Viseu.
Anselmo Borges nos Açores para falar em simpósio sobre o luto
Este simpósio decorrerá no Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, nos próximos dias 9, 10 e 11 de Fevereiro, onde Anselmo Borges proferirá duas comunicações: i) "Uma nova auto-identidade após o luto" e ii) "Luto de Deus".
domingo, fevereiro 05, 2012
Debate no Porto em torno do livro de Anselmo Borges “Corpo e Transcendência”
Na perspectiva do autor do livro ora apresentado, o debate é a melhor forma de levantar e partilhar questões constantes ou subjacentes às temáticas do mesmo, contribuindo desta forma para motivar os participantes para a sua leitura. Dando corpo a este figurino, decorreu, no passado dia 27 de Janeiro, na Fundação Eng.º António de Almeida, o debate “O Corpo, o Tempo e Deus”, moderado por Anselmo Borges, e que contou com a participação de Daniel Serrão, Frei Bento Domingues e José Pacheco Pereira. Foi um acontecimento cultural marcante pela qualidade das intervenções, tendo despertado vivo interesse na numerosa assistência, que rondou as 250 pessoas.
Anselmo Borges começou por referir que a cultura deverá ter um papel decisivo para ultrapassar a brutal crise em que nos encontramos, abrindo novos horizontes de análise e de perspectiva. A propósito, Adriano Moreira, no prefácio de “Corpo e Transcendência”, chama a atenção para a “contribuição oportuna, actual e exigente” deste livro para a necessidade de promover o encontro entre a cultura dita cientifica e das humanidades , “neste mundo sem governança , em que proliferam as ameaças”. Prosseguindo, Anselmo Borges afirmou que a antropologia tem de começar pelo corpo, mas de tal maneira que se supere tanto o dualismo como uma concepção materialista reducionista. Eu sou um corpo que diz eu, que se realiza com os outros no tempo e aberto à Transcendência. “No fundo, este livro trata do enigma humano”, concluiu, para dar a palavra aos três intervenientes.
O Professor Daniel Serrão começou por sublinhar que um novo livro de Anselmo Borges não é uma banalidade, é um acontecimento, e Corpo e transcendência não foge à regra: é um acontecimento cultural que vai obrigar a intelligentsia portuguesa a ler e a reflectir. “Porque não é um livro fácil, dado que aborda com coragem os mais difíceis problemas da antropologia, da filosofia e da teologia”.
Entrando no tema, disse que a biologia evolutiva e a genética molecular mostraram que o corpo do homem é igual ao corpo de qualquer primata não humano. Só uma pequena parte do lobo frontal do cérebro é diferente, mas é ela que transforma o corpo animal numa corporeidade humana. Que é humana porque através dela se exprime uma forma particular de ser e de estar no mundo que é especificamente humana. “Sem cérebro humano não há pessoa humana”. Mas esta condição necessária é também causa eficiente?, perguntou. Há aqui uma diferença de natureza que se tem mostrado até hoje intransponível pela ciência. Damásio, no seu recente livro sobre a consciência, reconhece esta dificuldade, mas afirma que ainda é cedo para a ciência se considerar derrotada. É uma esperança legítima, mas não é mais do que uma esperança, disse Daniel Serrão. Continuando, afirmou que hoje sabemos que parte das capacidades e desempenhos humanos que eram tidos como capacidades da alma são bem explicados pela fisiologia cerebral actual; têm, como se diz, correlatos morfofuncionais. O que não tem correlato morfológico neuronal é a autoconsciência, o conhecimento de si próprio por si próprio, o eu nuclear ao qual tudo se refere. A autoconsciência é um espaço tão virtual que nem espaço é e está fora da categoria temporal, é um permanente agora. E concluiu: “Porque transcende o corpo, não morre quando o corpo morre.”
Frei Bento Domingues enalteceu o contributo de Anselmo Borges no desenvolvimento de uma cultura em que a preocupação, o horizonte e o método foram sempre guiados mais pelas interrogações do que pelas respostas. Para além dos argumentos da autoridade que enumeram aquilo em que se deve acreditar, importa sustentar a razoabilidade daquilo que é apresentado como verdade. Assim, os recentes livros de Anselmo Borges “Deus e o sentido da existência” ( Gradiva) e “Corpo e Transcendência” (Almedina, em reedição revista e aumentada) dão muito que pensar, evitando respostas apressadas.
José Pacheco Pereira apresentou-se como incréu, o que o diferenciava do pensamento e da visão dos colegas de mesa. Salientou que Deus não se encontra na evolução, entendendo que os contributos do paradigma da sociobiologia poderão explicar as funções das religiões. Para este historiador e comentador político, a aceitação de um código de valores não passa de uma convenção partilhada. Mesmo a auto-consciência/auto-gnose poderão constituir um mecanismo de adaptação. E acha que a robótica e as neurociências poderão dar uma contribuição importante para o emergir desta mesma auto-consciência. Argumentou que a religião remete para o mistério as vertentes do desconhecido ou verdades que fogem à explicação lógica ou racional. A fé para ele é a adesão a algo tido como certo. Deus a existir deveria mostra-se e aparecer num local “improvável”, como uma cooperativa alentejana. Apesar de tudo, reconhece “o papel da religião como dador de complexidade e isso pode ajudar a fazer o mundo melhor”, já que a tecnologia não muda a sociedade.
A partir destas e de outras posições de Pacheco Pereira, gerou-se uma viva troca de pontos de vista entre os três elementos da mesa e a assistência. Este debate mostrou, como disse Anselmo Borges na síntese final, que o homem é um ser que faz perguntas . Este serão poderá ter constituído a oportunidade para que muitos dos presentes venham a ler o livro “Corpo e Transcendência”, onde se enquadram, se sistematizam e actualizam perspectivas de resposta e reflexões para muitas das questões aí levantadas.
O Professor Daniel Serrão começou por sublinhar que um novo livro de Anselmo Borges não é uma banalidade, é um acontecimento, e Corpo e transcendência não foge à regra: é um acontecimento cultural que vai obrigar a intelligentsia portuguesa a ler e a reflectir. “Porque não é um livro fácil, dado que aborda com coragem os mais difíceis problemas da antropologia, da filosofia e da teologia”.
Entrando no tema, disse que a biologia evolutiva e a genética molecular mostraram que o corpo do homem é igual ao corpo de qualquer primata não humano. Só uma pequena parte do lobo frontal do cérebro é diferente, mas é ela que transforma o corpo animal numa corporeidade humana. Que é humana porque através dela se exprime uma forma particular de ser e de estar no mundo que é especificamente humana. “Sem cérebro humano não há pessoa humana”. Mas esta condição necessária é também causa eficiente?, perguntou. Há aqui uma diferença de natureza que se tem mostrado até hoje intransponível pela ciência. Damásio, no seu recente livro sobre a consciência, reconhece esta dificuldade, mas afirma que ainda é cedo para a ciência se considerar derrotada. É uma esperança legítima, mas não é mais do que uma esperança, disse Daniel Serrão. Continuando, afirmou que hoje sabemos que parte das capacidades e desempenhos humanos que eram tidos como capacidades da alma são bem explicados pela fisiologia cerebral actual; têm, como se diz, correlatos morfofuncionais. O que não tem correlato morfológico neuronal é a autoconsciência, o conhecimento de si próprio por si próprio, o eu nuclear ao qual tudo se refere. A autoconsciência é um espaço tão virtual que nem espaço é e está fora da categoria temporal, é um permanente agora. E concluiu: “Porque transcende o corpo, não morre quando o corpo morre.”
Frei Bento Domingues enalteceu o contributo de Anselmo Borges no desenvolvimento de uma cultura em que a preocupação, o horizonte e o método foram sempre guiados mais pelas interrogações do que pelas respostas. Para além dos argumentos da autoridade que enumeram aquilo em que se deve acreditar, importa sustentar a razoabilidade daquilo que é apresentado como verdade. Assim, os recentes livros de Anselmo Borges “Deus e o sentido da existência” ( Gradiva) e “Corpo e Transcendência” (Almedina, em reedição revista e aumentada) dão muito que pensar, evitando respostas apressadas.
José Pacheco Pereira apresentou-se como incréu, o que o diferenciava do pensamento e da visão dos colegas de mesa. Salientou que Deus não se encontra na evolução, entendendo que os contributos do paradigma da sociobiologia poderão explicar as funções das religiões. Para este historiador e comentador político, a aceitação de um código de valores não passa de uma convenção partilhada. Mesmo a auto-consciência/auto-gnose poderão constituir um mecanismo de adaptação. E acha que a robótica e as neurociências poderão dar uma contribuição importante para o emergir desta mesma auto-consciência. Argumentou que a religião remete para o mistério as vertentes do desconhecido ou verdades que fogem à explicação lógica ou racional. A fé para ele é a adesão a algo tido como certo. Deus a existir deveria mostra-se e aparecer num local “improvável”, como uma cooperativa alentejana. Apesar de tudo, reconhece “o papel da religião como dador de complexidade e isso pode ajudar a fazer o mundo melhor”, já que a tecnologia não muda a sociedade.
A partir destas e de outras posições de Pacheco Pereira, gerou-se uma viva troca de pontos de vista entre os três elementos da mesa e a assistência. Este debate mostrou, como disse Anselmo Borges na síntese final, que o homem é um ser que faz perguntas . Este serão poderá ter constituído a oportunidade para que muitos dos presentes venham a ler o livro “Corpo e Transcendência”, onde se enquadram, se sistematizam e actualizam perspectivas de resposta e reflexões para muitas das questões aí levantadas.
sábado, fevereiro 04, 2012
Feriados para quê?
É o título da crónica de Anselmo Borges, publicada no DN de hoje, que pode ler aqui.
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Proposta para as 4 freguesias a extinguir
Um grupo de resendenses fez-me chegar a seguinte proposta de agregação de freguesias em Resende: i) Feirão agrega-se à Panchorra; são próximas, serranas e tem boas vias de comunicação; ii) Freigil junta-se a S. Cipriano, porque é o seu prolongamento natural e têm muitas afinidades (andam nas respectivas bandas e há bastantes casais "mistos"); iii) Miomães agrega-se a Anreade, porque são duas freguesias ribeirinhas, com Caldas de Aregos a uni-las; e iv) Felgueiras junta-se a Cárquere; já tiveram esta experiência em termos paroquiais; vai ser dificil de concretizar, devido à oposição dos muitos "estrangeirados" a residir fora da freguesia.
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
Resende perderá 4 freguesias
De acordo com proposta, hoje aprovada em Conselho de Ministros, para a reorganização das freguesias, o quociente de agregação para as freguesias rurais é de 30 ou 25%, pelo que o concelho de Resende, com 15 freguesias, poderá perder 4.
Caso a população seja um dos factores a considerar (deverá haver outros, como a "interioridade" e a superfície), as freguesias com menos habitantes são as seguintes: Feirão, Panchorra, Felgueiras e Ovadas.
Outra vez
Em tempos, tudo se aproveitava. Do velho se fazia novo. Mudavam-se colarinhos gastos das camisas e colocavam-se punhos do avesso. Os alfaiates davam uma segunda vida aos casacos, virando-os também do avesso. As calças remendadas e as botas ou sapatos com sucessivas meias solas passavam para os irmãos. A auto-sustentação era a regra, mas criando emprego no seio das pequenas comunidades, como soqueiros, sapateiros, alfaiates e costureiras. O primeiro par de sapatos, o primeiro fato, a primeira caneta eram dádivas marcantes e felizes.Frigoríficos e televisores eram luxos inexistentes.
Lutaram, sofrendo privações pelos filhos, dotando-os de qualificações que eles não tiveram.
Muitos experienciaram tudo isto, esperando uma tranquilidade merecida. Inesperadamente, e imerecidamente, espera-os o cálice de um novo fel.
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