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quarta-feira, outubro 17, 2012

Bétula branco 2011: um vinho de Barrô com pergaminhos

Eis a crítica  da revista  "Fugas" do passado sábado ( suplemento do jornal Público), que pontua este vinho com Bom Mais.
Por sua vez, João Paulo Martins,  no último guia "Vinhos de Portugal 2013",  dá-lhe a nota 16,5, com a seguinte crítica: 
"Feito de novo com Viognier fermentado em barrica e Sauvignon Blanc fermentado em inox, este branco tem a designação Regional Duriense. Cor citrina, o aroma mostra uma fruta delicada, mas desta vez com melhor equilíbrio entre as castas, menor evidência do Sauvinon e da madeira. Muito boa a harmonia na boca, o vinho tem uma frescura muito atraente, um corpo ajustado e nada pesado, tudo a mostrar boa aptidão gastronómica. Castas e barricas dissolveram-se num todo. Bem interessante.
Boas colheitas anteriores: 2010 e 2009".

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

"Thyro", mais um vinho de Barrô

O Thyro nasce por afecto em terras de Barrô, mais precisamente na Quinta de Vilarinho, fruto do amor e tenacidade de Maria Teresa Vieira Cardoso e dos seus dois filhos Manuel e João,como pode continuar a ler aqui.
Já anteriormente demos notícia de Terrus (link) e Bétula (link), dois outros vinhos de Barrô, todos ligados por laços fraternais, literalmente. São Foy, que produz os vinhos "Terrus", é irmã de Jerónimo, produtor dos vinhos "Bétula",  aos quais se junta Teresa Vieira Cardoso,  dos vinhos "Thyro".

quarta-feira, janeiro 04, 2012

"Bétula 2010": um belo branco de Barrô

"Quinta do Torgal, Barrô
Graduação: 12,5% Vol.
Castas: Viognier e Sauvigon
Preço: 13 euros
Região: Regional Duriense
Nota de Prova
8
Relação Qualidade/Preço
7,5
Escala de 1-2 (mau) a 9-10 (excelente)
Boa combinação de aromas de abacaxi e alperce com notas de madeira no qual a viognier (50%) do lote) estagiou conferem a este branco um inegável poder de atracção inicial. Sedoso no ataque, ganha depois tensão na boca com sua acidez, acabando com uma boa sensação de secura. Um belo vinho que, pelas castas  lhe estão na base e pela enologia de Francisco Montenegro, revela uma certa originalidade no contexto dos brancos nacionais. M.C." (Manuel Carvalho)". 
Transcrição da Fugas de 31-12-2011 (revista/suplemento do jornal Público)
Nota:
Este é um vinho com destaque em blogues da especialidade. A propósito, João Paulo Martins no seu guia "Vinhos de Portugal 2012", na sequência do Bétula 2009, atribui a  classificação  de 16,5 ao Bétula 2010 (escala até 20).
Importa referir,  já agora, que o enólogo Francisco Montenegro também é o responsável pelos vinhos Terrus,  de Barrô, que  têm dado que falar.