quinta-feira, dezembro 14, 2006
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Matança do porco
Há dias, fui convidado para as exéquias da matança de dois porcos.Chegado ao local do crime, os bichos já repousavam em paz. Tudo feito segundo os cânones tradicionais, excepto a chamusca, que foi de maçarico.terça-feira, dezembro 12, 2006
Mais escolarização e aquisição de habilitações para jovens/adultos
segunda-feira, dezembro 11, 2006
G.D. de Resende no comando da 2.ª divisão
domingo, dezembro 10, 2006
Anselmo Borges em Paus e no DN
1.º nevão na serra de Montemuro
A serra de Montemuro acordou ontem com um manto branco de neve. A estrada Bigorne/S. Cristóvão/Resende chegou a estar encerrada ao trânsito.sábado, dezembro 09, 2006
Memórias de chuva e do outono
Vivi os dias de chuva como potenciadores de mais água. De mais vida. Apesar do incómodo, as pessoas viam na chuva a possibilidade de assistir às nascentes das águas e ao aumento dos caudais. Nunca ouvi dizer "já é chuva a mais". Mas antes "vem no tempo dela" ou "a chuva é oiro". Desde que descesse mansinha, era vista como uma benção.
Os soutos, cobertos de folhas, são uma imagem de marca dos meus outonos.sexta-feira, dezembro 08, 2006
Novo Bispo de S. Tomé frequentou o Seminário de Resende
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Exposição de Cerâmica
quarta-feira, dezembro 06, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
"Como sabem os crentes que Deus falou?"
"É-me por vezes penoso ter de participar em certos debates sobre a fé e a ciência. Porque os cientistas têm frequentemente a ideia de que a fé tem a ver com umas crenças indiscutíveis, porque cegas, em coisas e “verdades” abstrusas, de tal modo que quanto mais abstrusas mais religiosas e a fé seria tanto maior quanto mais cega.
A culpa nem sempre é deles, mas dos crentes que passam essa ideia. Pensa-se, de facto, de modo geral, que as religiões caem do céu, havendo até quem julgue que Deus revelou directamente verdades nas quais é preciso acreditar sem razões.
Ora, não é assim nem pode ser. Tudo o que é autenticamente religioso é resposta humana a questões e perguntas profunda e radicalmente humanas. Resposta verdadeiramente humana. A sua especificidade reside no facto de estar relacionada com Deus. Assim, um texto religioso tem sempre na sua base uma interpretação humana da realidade, da única realidade que há, comum a crentes e a não crentes. O que se passa é que o crente tem a convicção de que a realidade se não esgota na sua imediatidade empírica, e essa convicção não surge porque é crente, mas porque a própria realidade, para a sua compreensão adequada, lhe aparece incluindo uma Presença que não se vê em si mesma, mas implicada no que se vê. Mediante certas características -- a contingência radical, a morte e o protesto contra ela, a exigência de sentido --, a própria realidade se mostra implicando essa Presença divina como seu fundamento e sentido últimos.
Assim, como escreve Andrés Torres Queiruga, na estrutura íntima do processo religioso, “não se interpreta o mundo de uma determinada maneira porque se é crente ou ateu, mas é-se crente ou ateu porque a fé ou a não crença aparecem ao crente e ao ateu, respectivamente, como a melhor maneira de interpretar o mundo comum”.
A fé, no seu nível próprio, tem razões, de tal modo que está sujeita à verificação. Há Teologia, precisamente porque a fé exige o debate público. Aí, o agnóstico dirá que não vê razões para poder decidir-se. O ateu julga que as razões contrárias são mais fortes e, por isso, não crê. Para o crente, a “hipótese religiosa” é a que melhor esclarece as experiências e questões radicais postas pela realidade e pela existência: a contingência, as perguntas últimas pela vida e pela morte, a esperança, a exigência ética, o sentido da História.
A partir de uma experiência religiosa de fundo por parte do profeta ou do fundador religioso, desencadeia-se um processo vivo de aprofundamento, depuração e tentativas de maior compreensão da relação com o Divino, que dá origem a tradições religiosas ou religiões que acabam por sedimentar ou cristalizar em livros sagrados, considerados “revelados”.
Esse carácter “revelado” dos textos aparece de facto mais tarde, quando, mediante a reflexão, as gerações seguintes concluem que afinal aquela descoberta da presença de Deus na realidade foi possível porque o próprio Deus estava desde sempre a manifestar-se nela e a tentar dar-se a conhecer. O profeta ou o fundador descobriram o que Deus quer revelar a todos.
Assim, os novos crentes não aceitam a verdade da fé por via autoritária. Eles próprios a comprovam. Paradoxalmente, é o que acontece no domínio científico: todos tinham visto as maçãs a cair, mas só Newton “caiu na conta” da lei da gravidade; porém, uma vez descoberta, todos a aceitam, não por causa de Newton, mas porque todos podem comprová-la.
Andrés Torres Queiruga, o teólogo que de modo mais penetrante tentou esclarecer esta questão, chamou a esta compreensão “maiêutica histórica”. Sócrates chamou maiêutica ao seu método de descoberta da verdade: como a sua mãe, que era parteira, ajudava a dar à luz os bebés, assim ele ajudava os seres humanos a dar à luz a verdade de que estavam grávidos. Na verdade religiosa, há os profetas e os fundadores das religiões, que foram os primeiros a tomar consciência da verdade. Mas, após essa descoberta, ouvindo-os e acompanhando-os, outros se podem dar conta por si mesmos da mesma verdade.
Portanto, Deus manifesta-se, mas nunca directamente, sempre e só indirectamente. Jamais alguém viu ou falou directamente com Deus. Por isso, os livros sagrados não são um ditado divino – são Palavra de Deus em palavras humanas. Quer os seus autores quer os seus leitores escreveram e lêem com uma pré-compreensão, isto é, no quadro de pressupostos históricos e culturais, interesses e expectativas. Portanto, a sua leitura nunca pode ser literal, pois implica sempre uma interpretação."
domingo, dezembro 03, 2006
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Pontos de vista
Somos férteis em "decretar" traumatismos em crianças, disfuncionalidades em famílias e solidão nos mais velhos. Mais patente nestes, quando saiem de casa e se sentam em bancos de jardins. Caso as pessoas (velhas ou não) vão para uma esplanada ou para um café "passar o tempo", torna-se mais difícil a rotulagem de solidão. Preconceitos.quinta-feira, novembro 30, 2006
Anselmo Borges debate com Salmon Rushdie
quarta-feira, novembro 29, 2006
terça-feira, novembro 28, 2006
Cemitério de carros em Castro Daire
É da competência das Câmaras Municipais acabar com o triste espectáculo da multiplicação dos cemitérios de carros, obrigando os responsáveis à respectiva remoção.Esta encosta, pejada de latas no sopé do Montemuro, bem visível da A24, é um atentado à natureza e a todos nós. Dizem que o proprietário desta sucateira tem mau feitio. E depois?
segunda-feira, novembro 27, 2006
G.D.R. na senda das vitórias
domingo, novembro 26, 2006
Optimismo e pessimismo
sábado, novembro 25, 2006
Parque fluvial de Porto de Rei submerso pelas águas
sexta-feira, novembro 24, 2006
Cantiga recolhida em Ribeirada/S. João de Fontoura
quinta-feira, novembro 23, 2006
Magusto em S. João de Fontoura no próximo domingo
terça-feira, novembro 21, 2006
Sala de Apoio Permanente
segunda-feira, novembro 20, 2006
domingo, novembro 19, 2006
sexta-feira, novembro 17, 2006
Ténis de Mesa em S. Martinho de Mouros
quarta-feira, novembro 15, 2006
Parque eólico no Montemuro/zona de Feirão
Vai começar em breve a edificação deste parque eólico, em cujo empreendimento/sociedade gestora a Câmara de Resende terá uma participação de 15%. O projecto representa um investimento de 35 milhões de euros, prevendo-se a sua conclusão para 2008. terça-feira, novembro 14, 2006
Goleada do Grupo Desportivo de Resende
segunda-feira, novembro 13, 2006
Contrastes na serra de Montemuro
Vindos de S. Cristóvão, à entrada de Feirão, deparamos com este e outros montes de entulho. Logo a seguir, à direita, na encosta, vê-se uma casa acabada de construir e uma outra ainda em fase de construção.domingo, novembro 12, 2006
Anselmo Borges
Em 17 e 18, será um dos protagonistas num debate sobre a Mentira (link), que terá lugar na Fundação Eng. António de Almeida (Porto).
sábado, novembro 11, 2006
Homenagem póstuma ao último oleiro de Fazamões
O Rotary Club de Resende homenageou, no passado dia 31 de Outubro, o Mestre Joaquim Alvelos, que faleceu com 85 anos, em Dezembro do ano passado (link). sexta-feira, novembro 10, 2006
Tempo de magustos
quarta-feira, novembro 08, 2006
Comunicação de Vítor Borges sobre "Direitos humanos e a dignidade dos doentes pobres"
A partir do racionalismo e do iluminismo europeu, a moral e a ética deixaram de poder ser fundamentados em convicções religiosas e, por isso, houve necessidade de, por outra via, relevar os direitos das pessoas, os chamados direitos humanos.
Como, desde o século XVIII, a sociedade se organizou com o princípio do império da lei, ou seja, todos são iguais perante a lei e todos devem obedecer às leis, foi necessário introduzir nos sistemas jurídicos ocidentais determinadas declarações de princípios positivos que salvaguardassem os direitos iguais das pessoas perante a lei.
A constituição americana (antes, a Magna Carta já considerava direitos civis iguais) foi a primeira a declarar por escrito a dignidade fundamental de todos os seres humanos perante a lei e perante o Estado.
A revolução francesa (jacobina e laica) veio depois, com as três palavras paradigmáticas – liberdade, igualdade e fraternidade – pretender fundamentar a igualdade de todos os seres humanos em princípios de mera racionalidade que tinham a ver com os chamados filósofos das luzes e que tinham sido desenvolvidos, entre outros, por Emanuel Kant.
Vimos depois, nos séculos XIX e XX, que estas declarações de princípios não tiveram grande sucesso.
Foi necessário chegar ao fim da segunda guerra mundial para que os Estados definissem positivamente quais são os direitos fundamentais de todos os seres humanos com a chamada Declaração Universal dos Direitos Humanos adoptada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de Dezembro de 1948.
A partir daí muitas outras declarações e textos legais têm sido produzidos como o Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais, a Declaração e Programa de Acção de Viena, a Declaração do Milénio, o Estatuto do Conselho da Europa, a Convenção para a Protecção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais também do Conselho da Europa, a Carta Social Europeia, etc, etc.
Toda esta legislação parte de uma convicção profunda que é a de que todos somos seres humanos, de que todos temos necessidades comuns e todos pertencemos ao género humano.
Enfim, todos somos pessoas e como pessoas somos sujeitos autónomos e livres, capazes de direitos e sujeitos de deveres.
A dignidade da pessoa humana constitui assim o núcleo essencial dos direitos fundamentais.
.............
O seu fundamento já não é nem Deus nem qualquer princípio religioso, mas sim a natureza humana enquanto tal e o chamado direito natural.
Mas não estão.
Nunca como hoje se falou tanto de direitos humanos, de ética e até de responsabilidade social das empresas e das organizações.
Os Estados modernos assentam na ficção de que todos os homens são iguais.
Contudo, têm dificuldade em fundamentar essa igualdade.
Como são estados democráticos, assente no direito de todos poderem participar na vida pública, ou seja, de votar, e todos construídos no princípio do direito ou do império do lei, não encontram razões que possam justificar qualquer desigualdade.
Para segurança dos próprios Estados e dos cidadãos que representam, as situações de desigualdade extrema ou de pobreza extrema podem criar tensões sociais passíveis de gerarem violência.
Quando os Estados falam de pobreza, hão-de reparar que todos falam da chamada inclusão social.
É necessário que todos se sintam incluídos nos objectivos dos Estados, gerando as situações de exclusão aquelas tensões.
No passado dia 23 de Outubro foi apresentado o chamado Plano Nacional de Acção para a Inclusão (PNAI) relativo aos anos 2006/2008.
No Relatório, é apresentada a situação de pobreza em Portugal que necessariamente nos envergonhará.
Em 2004, cerca de 21% da população portuguesa vivia abaixo do chamado limiar de pobreza.
Na Europa dos 25, esta situação era de 16%.
Há diferenças até entre os sexos, sendo que também em 2004, 22% das mulheres estavam em situação de pobreza contra 20% dos homens, sendo as mulheres a apresentar sistematicamente um risco de pobreza mais elevado desde 1995.
O carácter persistente das situações de pobreza também é evidenciado no Relatório que justifica aquele Plano.
Cerca de 15% da população vivia abaixo do limiar de pobreza em 2001 e em, pelo menos, dois anos dos três precedentes.
Esta situação não resulta de condicionalismos conjunturais, mas estruturais, sendo que é acompanhada de cada vez maior desigualdade na distribuição de rendimentos quanto maior é o desenvolvimento económico do país.
O grau de desigualdade na distribuição dos rendimentos em Portugal é o mais elevado da União Europeia.
Em 2004, a proporção do rendimento recebido pelos 20% de maior rendimentos da população era 7,2x superior à recebida pelos 20% de menores rendimentos.
Na União Europeia esta relação é de 4,8.
Uma sociedade não pode continuar com tão elevado grau de desigualdade, pelo que se impõe a inclusão dos que estão numa situação de potencial exclusão como remédio de eventuais surtos de insegurança ou violência.
Os pobres não são defendidos porque a sociedade lhes reconhece direitos ou lhes reconhece a sua dignidade intrínseca, mas porque é necessário incluí-los porque a sua exclusão é potenciadora de problemas.
Quando os países ricos, como os E.U.A. ou a Europa, definem como política apoiar os países pobres, fazem-no pelas mesmas razões.
Existem, no entanto, pessoas, organizações, instituições que apoiam as pessoas, pobres, doentes, deficientes, nos mais diversos países, incluindo os seus, por motivos, não egoístas, porque lhes reconhecem a sua dignidade humana intrínseca porque criados e filhos do mesmo Deus.
Antes de os Estados se preocuparem com a saúde e o bem estar daquelas pessoas, já outras abriam hospitais, fundavam misericórdias, tratavam dos leprosos e de outros doentes segregados pela sociedade, saíam das suas terras e iam para países inóspitos porque consideravam todas as pessoas iguais, com direitos e dignidade iguais.
Alimentar os que têm fome, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, visitar os doentes, era um imperativo categórico não baseado na razão pura ou prática de Kant, não em qualquer Declaração de Direitos, mas no dever moral de assistir aos seus irmãos, porque têm a dignidade de filhos de Deus.
Hoje fala-se muito em direitos esquecendo-se os deveres.
Em muitos casos considera-se que as pessoas têm direitos conferidos pelo Estado, esquecendo-se os deveres que as pessoas e a sociedade têm não só consigo mas também com os outros.
..........
Embora da lei escrita (nacional, europeia, transnacional, internacional) conste a total proibição de toda a discriminação, nós sabemos que os doentes pobres são duplamente discriminados, não só por estarem doentes mas, sobretudo, por serem pobres.
............."
segunda-feira, novembro 06, 2006
Prof. António Marques discorda do meu comentário acerca da prestação do Sr. Presidente da Câmara no "Prós e Contras"
G.D. Resende empata com o G.D.Roriz
domingo, novembro 05, 2006
"O enigma do tempo: o instante vivido"
sábado, novembro 04, 2006
Fim da safra das castanhas
sexta-feira, novembro 03, 2006
Cores de Outono em Resende
O Outono tem funcionado para muita gente como uma estação do cair da folha, do início do frio e de alguma melancolia. quinta-feira, novembro 02, 2006
A propósito do dia de finados
A minha relação com os mortos foi em criança quase "eu cá tu lá", ou seja, foi algo natural, frequente e familiar. Tudo se conjugava para isso. A mortalidade infantil era muito elevada, havendo muitas famílias com três ou mais "anjinhos". E a esperança de vida para os "sobreviventes" rondava os 60 anos, não sendo a morte "fintada" através de meios técnicos ou científicos ou retardada artificialmente. Quando uma pessoa era atingida por um "malzinho", recebia a extrema-unção, finando-se em paz, passados poucos dias.terça-feira, outubro 31, 2006
Noite das bruxas
segunda-feira, outubro 30, 2006
Magusto em Paus
Organizado pela Junta da freguesia de Paus e junto à sede da mesma, decorreu, na tarde de ontem, um convívio, onde não faltaram as castanhas, as febras e as sardinhas e, claro, a boa pinga. Foi um pretexto para as pessoas de Paus e alguns amigos de outras freguesias se encontrarem e fortalecerem as suas amizades.domingo, outubro 29, 2006
Artigo de Anselmo Borges
sábado, outubro 28, 2006
Cornos e zorros
quinta-feira, outubro 26, 2006
Águas "turvas" no parque fluvial de Porto de Rei
Em Agosto e Setembro, estive várias vezes em Porto de Rei, onde pude desfrutar do ambiente e dos vários equipamentos de lazer ali existentes. Vi várias pessoas a tomar banho, descontraidamente, nas águas do rio, sem se aperceberem que, ali bem perto, ia "desaguar" uma conduta/cano de esgotos.quarta-feira, outubro 25, 2006
Seminário de Resende
segunda-feira, outubro 23, 2006
Atentados ao ambiente no concelho
Na estrada Massorra/Quinta do Bairro, está a nascer mais um cemitério de carros.
À entrada de Feirão, dissimulado por um taipal, permanece um já muito antigo cemitério de carros e outros entulhos. O taipal, colocado há cerca de um ano, que parecia provisório até à remoção dos escombros, não há maneira de ser retirado com tudo o resto.
Em pleno serra de Montemuro, na berma da estrada junto à Panchorra, os entulhos da construção civil vão aqui "desaguar".domingo, outubro 22, 2006
sábado, outubro 21, 2006
Externato D. Afonso Henriques dá cartas
A Escola Secundária com 3.º Ciclo D. Egas Moniz ocupa a 545.ª posição.
sexta-feira, outubro 20, 2006
Em tempo de vacas magras
Armamar e Carregal do Sal receberão uns trocos, respectivamente, €1.000 e €5.000. Moimenta da Beira, Penedono e Tarouca "ficam a ver navios", i. e., não receberão nada.
Tudo isto no que toca ao distrito de Viseu.
quinta-feira, outubro 19, 2006
Santa Casa da Misericórdia disponibiliza exames de diagnóstico
terça-feira, outubro 17, 2006
Presidente da Câmara no "Prós e Contras"
Por um dos seus, foi uma oportunidade para Resende se afirmar.
segunda-feira, outubro 16, 2006
Congresso sobre Insucesso Escolar
domingo, outubro 15, 2006
sábado, outubro 14, 2006
sexta-feira, outubro 13, 2006
1.º Congresso Nacional de Combate ao Insucesso Escolar
quinta-feira, outubro 12, 2006
terça-feira, outubro 10, 2006
Encontrado, perto de Mirão, homem dado como desaparecido
segunda-feira, outubro 09, 2006
Património arqueológico
domingo, outubro 08, 2006
"Cristianismo e bioética" (2)
sábado, outubro 07, 2006
Festa em honra de S. Miguel-Anreade
8h-Salva de morteiros
22h-Actuação do grupo musical "MIDNES"
23h45-Fogo de artifício
Dia 8 (domingo)
8h-Salva de morteiros
8h30-Chegada da banda de música "A Velha"de S. Cipriano
10h- Procissão desde as Caldas de Aregos até à Igreja Matriz
11h-Missa solene
15h-Actuação da banda de música até ao pôr do sol
17h-Procissão da tarde e encerramento da festa
"A Velha" de S. Cipriano em acção este fim de semana
sexta-feira, outubro 06, 2006
Como Tomé
quinta-feira, outubro 05, 2006
XI Torneio de Sueca
As inscrições serão limitadas a 20 equipas. O regulamento poderá ser consultado na sede da Casa do FCB.
quarta-feira, outubro 04, 2006
Uvas da Vinha Velha
Retornamos a determinados sítios, não por nostalgia, mas porque têm o condão de refazer memórias, de permitir percepcionar os percursos da vida e de nos apaziguar (num mundo agressivo).segunda-feira, outubro 02, 2006
Dia da música
A escola de música do Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Miguel de Anreade apresentou-se com 11 elementos, brindando os presentes com peças de música tradicional e pop/rock.
A escola de música MUSIJOVEM da Irmandade de S. Frrancisco Xavier apresentou-se também com 11 elementos, oito dos quais tocando instrumentos de corda, em que sobressaíam quatro violinos.
Por último, actuou a escola de música da banda de S. Cipriano "A Velha", constituída por 26 jovens, com uma variedade de instrumentos similar a uma banda filarmónica.A minha sensibilidade musical (não muito apurada) identificou-se mais com a actuação deste grupo.
domingo, outubro 01, 2006
sábado, setembro 30, 2006
Sábado em Resende
Após as festas da Labareda, que terminaram com muita chuva, era visível o "caos" e o desarrumo hoje, de manhã, no largo da feira e arredores. Fui encontrar os vendedores em trabalhos de desmontagem, queixando-se, resignados, que, devido ao estado do tempo, o negócio não tinha corrido bem. sexta-feira, setembro 29, 2006
Recontagem de gado
quinta-feira, setembro 28, 2006
Situação financeira da Câmara controlada
quarta-feira, setembro 27, 2006
Casos de polícia
segunda-feira, setembro 25, 2006
Resende em boa companhia
domingo, setembro 24, 2006
"Bento XVI contra o Islão?"
Amanhã, sairá uma correcção no DN.
sábado, setembro 23, 2006
Festa da Labareda
sexta-feira, setembro 22, 2006
Resende na rota do novo Bispo de Aveiro
quinta-feira, setembro 21, 2006
Espaço envolvente da ponte da Lagariça
Em boa hora, foi recuperado este espaço, que pode, assim, ser fruído pela população nos seus tempos livres, sobretudo em dias de maior calor.quarta-feira, setembro 20, 2006
Cavacas de Resende na "VISÃO"
terça-feira, setembro 19, 2006
S. João de Fontoura na Net
Refira-se que S. João de Fontoura está na moda, devido, entre outros motivos, ao parque fluvial de Porto de Rei.
O endereço da página é: www.saojoaofontoura.com. Para espreitar, carregue aqui.
segunda-feira, setembro 18, 2006
Dignidade
domingo, setembro 17, 2006
sábado, setembro 16, 2006
Missa da festa de S. Cipriano, amanhã, na TVI
9h-Início das festividades com música através de altifalantes
19h-Arruada com um grupo de bombos
22h-Arraial com o conjunto "Start Music"
Dia 16
9h-Música gravada
11h-Missa e Sermão
15h-Cantares ao desafio: "Rancho de Danças e Cantares de S. Cipriano" e "Grupo Social de S. Cipriano"
22h-Arraial com o conjunto "Varosa"
23h30-Fogo de artifício
24h-Actuação do grupo de danças "Crazy Girls"
Dia 17
9h-Entrada da banda de música "A Velha" de S. Cipriano
10h-Procissão com o andor de N. Sra. da Conceição da Capela para a Igreja Matriz
11h-Eucaristia com transmissão pela TVI
18h30-Procissão com as respectivas figuras bíblicas
22h-Concerto pela banda "A Velha" de S. Cipriano e pela banda marcial de Piães de Cinfães
23h-Sessão de fogo de artifício
Dia 18
Tarde de convívio para quem quiser aparecer
sexta-feira, setembro 15, 2006
XX Aniversário do Rancho de Anreade
Teatro em Resende
quinta-feira, setembro 14, 2006
Inauguração, no próximo domingo, de zona de lazer na Panchorra
quarta-feira, setembro 13, 2006
Passeio de barco

Tivemos, assim, o ensejo de conhecer e desfrutar do início do Douro vinhateiro, sob uma perspectiva diferente, em barco familiar e muito confortável da empresa "Amadeu & Leonel-Actividades Turísticas, Lda.", sediada em Resende, que organiza passeios e viagens, sendo também proprietária das "gaivotas" de Porto de Rei, esperando "introduzi-las" também proximamente no parque fluvial da Rede.O Sr. Amadeu, natural de Anreade, que aposta turisticamente na nossa terra, fez as honras da casa, de forma extraordinariamente simpática. Sempre oportuno nas suas "tiradas" divertidas, direccionadas aos mais novos, e nas explicações relacionadas com a paisagem, monumentos, cheias do rio e variedades písceas do Douro. No meio do percurso da ida, fomos brindados pelo Sr. Amadeu e simpática esposa com um Porto e cavacas de Resende (fresquinhas e ensopadas), que todos adoramos.

A paisagem de Barrô, Penajóia e Mesão Frio, vista do rio, integrando vinha, pomares de cerejeiras e outras árvores, arbustos e grandes formações de granito, é deslumbrante.O Douro é um monumento da natureza e uma epopeia do sacrifício do homem. Por isso, neste percurso, muitas vezes o silêncio se impôs.
Em resumo, foi uma jornada de convívio e de cultura inesquecível, de cariz familiar, que só uma embarcação destas permite.
Contactos da "Amadeu & Leonel": telef. 254 878 069 e mail: amadeu.leonel@sapo.pt
segunda-feira, setembro 11, 2006
Festa de Nossa Senhora do Souto (Paus)
Segundo relatos que têm passado de geração em geração, o proprietário de um terreno foi surpreendido por uma silva muito viçosa, que quanto mais cortada mais crescia. Perante "esta teimosia", resolveu cavar até às suas raízes, tendo encontrado junto das mesmas, para seu espanto, uma imagem de Nossa Senhora e um sino.
Esta imagem foi colocada numa capela construída para o efeito. Quanto ao sino, tentaram levá-lo para Lamego, mas, como deixava de tocar após passar a serra das Meadas, voltou para a povoação de S. Pedro do Souto.


A primeira foto regista a procissão, após missa solene na capelinha, percorrendo as ruelas da aldeia em direcção ao "campo da Senhora" (local onde segundo a lenda foi encontrada a imagem), onde irá, como de costume, ser proferido um sermão, no caso vertente pelo P. José Tomás Borges.A terceira foto documenta o lançamento de pedaços de pão "benzido" das janelas de uma casa, sendo apanhado pelos presentes para ser guardado nas respectivas casas, pois, segundo a crença popular, tem o condão de servir de protecção contra possíveis "maleitas".
Refira-se que o sino, sempre que chamado, tem apaziguado e afastado trovoadas e tempestades em todo o vale de Paus.
domingo, setembro 10, 2006
250 anos da Região Demarcada do Douro
sexta-feira, setembro 08, 2006
Rancho de Paus em terras de Cinfães
quinta-feira, setembro 07, 2006
Espaço da torre da Lagariça
Para contrariar o muito calor que se tem sentido nestes dias, e com as piscinas descobertas encerradas, nada melhor que "recolher" ao espaço envolvente da torre da Lagariça, lugar muito aprazível e recentemente sujeito a obras de requalificação, e usufruir das águas cristalinas do rio Cabrum e da frescura do vale. terça-feira, setembro 05, 2006
Incêndios em Resende
segunda-feira, setembro 04, 2006
Festa do folclore em Paus
Elementos da direcção do rancho de Paus, Presidente da Junta, técnico da fed. folc. e Presidente da Câmara 
Dois momentos da actuação do rancho de Paus
No anfiteatro natural do vale de Paus, ecoaram, ontem, durante toda a tarde, as danças e cantares que os nossos pais e avós nos legaram. Apesar de o festival já ir na XXV edição, o desgaste não chegou a estas paragens, pois as pessoas acorreram em grande número para usufruir deste espectáculo único.
A organização esmerou-se na logística, acompanhamento e acolhimento dos vários grupos, qualidade e diversidade da etnografia e folclore representados. Ao rancho de Paus, na pessoa do seu presidente, António da Costa Branquinho, e da sua directora artística, Maria Liseta Cardoso, os nossos agradecimentos e parabéns pelo êxito deste evento.










